Transas

 

Transas – Nico Rezende

 

Tanto tempo faz que a gente transa
E não se conversou
Tanto vício, tanta fuga pra saber
Se é amor

Sei que você pensa que passa e vai…
Só transas…

Faz de conta que não se quer mais
É transa e tanto faz
Quando se quer mais
A gente diz ‘bye bye’
A gente quer mais
E finge que satisfaz

É moderno, é certo, sei que muitos querem
Essa forma de amor
Se chega perto, é certo, sem paixão
Mas também sem dor

A gente pensa que isso passa e vai…
Só transas…

Faz de conta que não se ama mais
É transa e tanto faz
E quando se quer mais
A gente diz ‘bye bye’
A gente quer mais
Mas finge que satisfaz

 

*
Ouvi no carro ontem e pergunto-me hoje: é só transa e nada mais? É isso mesmo que queremos? É bom, é moderno, não tem dor, mas é só isso mesmo? Às vezes eu também quero a dor…
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In Vino, Veritas – I

Como minha memória recente não é algo totalmente confiável, registro os vinhos para saber o que comprar novamente. Se bem que, com tantas opções de uvas e regiões, repetir-se pode ser um pecado contra o conhecer coisas novas.  Em tempo: não sou enóloga, não saco nada de região produtora e o que manda eu gostar de um vinho ou não gostar é a sensação que ele provoca em meu paladar. Não ligo para rótulos e preços.

Mesmo assim, lá vai.

Uva: Malbec. Vinho: Malbec Mendoza 2007. Impressão: eu estou muito vulnerável à bebida. Meio cálice e fiquei alegre e zonza. Realmente a uva Malbec é, entre as demais que conheço, a de menor tanino. O vinho é macio e tem perfume agradabilíssimo. Apesar disso e apesar do sommelier ter-me recomendado-o como um excelente Malbec, “um dos que mais se aproxima do verdadeiro sabor desta uva”, não o compraria novamente. É bom, sem dúvida, mas falta algo para o ótimo. Já tomei Malbecs melhores ao meu paladar.

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Elegância

Estava pensando hoje pela manhã nas mulheres que são meus ídolos. E nos motivos disso. Comparei-as e vi que o fator “elegância” era ponto comum. Elegância de ser, de viver e de vestir. Então aqui estão as mulheres com quem eu “casaria”:

Feliz ou triste, com ou sem coroa, em palácios ou campos, misturada aos ricos ou aos desvalidos, de salto ou rasteira: sempre uma mulher linda e admirável, Lady Diana.

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Diana Spencer

 

Outra mulher que sempre impressionou-me pela sua elegância foi J. K. Onassis. Sempre bela, sempre bem vestida, sempre discreta. Elegante até o fim.

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Jacqueline Bouvier Kennedy Onassis

 

E por último, mas não menos importante, Audrey Hepburn. Para mim é um ícone de beleza e elegância. Em tudo, mas principalmente, na vida.

Audrey Hepburn

Audrey Hepburn

 

Não me recordo de mulheres que sejam ou tenha sido mais belas que essas três.

O Que Te Atrai?

Tanto no corpo masculino, quanto no feminino, o que te atrai? Que parte é especial e você olha com uma certa tara?

Eu não consigo especificar somente um, mas posso dizer que um abdome bem cuidado é capaz de hipnotizar-me, levar minha imaginação para longe. Tanto do homem quanto da mulher.

Mas olho o corpo como um todo. Inteiro. O conjunto tem que atrair primeiro, antes dos detalhes. Altura. Peso proporcional, formato do corpo, rosto bonito, cabelos idem. Depois vem olhos, boca, peito, bunda, mãos, pés.

Nos homens, intimamente falando, gosto do pau. Claro. Um pau bonito de ver, de pegar e gostoso de sentir é tudo de bom. Mas um pau sozinho não faz nada, não para mim. Gosto do corpo inteiro, do dono do pau, do cheiro do homem, do abraço, do beijo, de tocar e admirar todo o conjunto. Gosto do peso, da força, da voz. Enfim. Adoro homem.

Já na mulher, passado o impacto inicial do conjunto, não consigo escapar da dupla peito/bunda. Se forem muito grandes, não me atraem. Gosto de mulher mignon, mais parecida comigo. Acho lindo as cavalas também, mas não me atraem. Eu não sairia com uma potranca.

Tenho um amigo que sente muita atração pela batata da perna. Ele sempre olha e não sabe explicar o que há nas batatas, apesar que também é vidrado em seios – observa o formato – e curte tanto os maiores quanto os menores. Mas as batatas.. Ah! As batatas!!

Eu sou capaz de descartar um homem pelas mãos dele. Acho mãos muito importantes, dou valor à elas. Então se o cara for lindo, mas tiver mãos horríveis, não dá. Eu entendo um trabalhador braçal ter mãos castigadas, mas não descuidadas. Acho que se a pessoa não cuida das mãos, não cuida dos pés e também não cuida da bunda e do sexo que tem entre as pernas. Além de que não consigo imaginar uma mão mal cuidada tocando-me intimamente. Ugh!

Trair ou Não Trair, Eis a Questão!!

Normalmente sou questionada sobre isso, sobre o porque das minhas escapadas. E é difícil responder isso com clareza, é difícil racionalizar todos os sentimentos envolvidos nessa decisão e explicar, da forma real, de forma que a outra pessoa entenda esses motivos.

Nunca há um motivo apenas. Nunca é uma decisão tomada da noite para o dia. Nunca é algo que acontece sem sofrimento. Aos olhos da maioria é uma ato egoísta, incorreto, desleal. E em parte é isso também. É complicado aceitar que não sou perfeita, que não sou a pessoa ideal, que não sou aquela que eu imaginei que um dia seria. É complicado, é difícil ver-se do lado de cá, do lado daqueles que são apedrejados e não poder dizer “vocês não têm razão”. Não posso dizer porque se eu colocar-me do outro lado, verei as razões deles, no entanto raramente alguém coloca-se ao meu lado para ver as minhas razões e tentar entendê-las.

Às vezes a forma como coloco as coisas, como expresso minhas opiniões no Orkut, no blog, nos chats da vida, a forma direta e clara como expresso o que penso sobre relacionamentos fazem ver-me como alguém que não está nem aí para os sentimentos do outro. Mas não sou assim. Preocupo-me com os sentimentos dos outros, mas cansei-me de ser via de mão única, cansei de apenas eu preocupar-me, apenas eu a fazer tudo para agradar, apenas eu a doar-me e não receber o mínimo de volta.

Eu jamais quis que minha vida fosse assim. Eu tentei fazer diferente. Eu tentei sair do casamento, eu tentei ser honesta em relação a isso. Nós havíamos combinado que quando não desse mais para um de nós, que iríamos falar, que pediríamos para sair. Eu tentei, eu quis sair disso. Mas eu fui ameaçada. Fui ameçada de perder o que mais amo na minha vida, o que tenho de mais precioso e sem chance de defesa. Mais de uma vez.

Essa situação de estar num relacionamento que eu não queria mais, mas ao qual eu fui delicadamente forçada a ficar para não perder a essência da minha vida, corroeu-me. Matou-me em vida. Transformei-me num zumbi, numa morta-viva vagando pelo inferno da depressão, por anos. Foi difícil sobreviver, foi difícil encontrar motivos para sorrir novamente, foi difícil recuperar a pessoa que eu era antes disso. Ainda hoje não estou totalmente recuperada, mas já consigo lidar muito melhor com tudo e já tenho minhas armas para não cair nesse precipício novamente.

Isso não justifica a “traição”, mas talvez explique que para continuar vivos precisamos sorrir. E eu tenho que encontrar motivos para meus risos em algum lugar. Essa é uma das minhas armas, eu não faço isso para ferir o ego de ninguém ou para vingar-me de qualquer coisa que seja. Faço por mim, porque de alguma forma me diverte, me dá prazer e me faz sentir que a vida está sendo vivida e não que a vida está apenas passando.

Preferiria que não fosse assim. Mas não foi uma decisão unicamente minha. Ele tem grande responsabilidade nisso, quando ameaçou-me, mesmo sabendo que eu não tinha condição nenhuma de defender-me.

Florzinha

Se raiva matasse, neste momento, eu estaria morta.

Ele ficou enrolando a manhã toda, e eu comecei o dia cuidando das tarefas domésticas. Então, como quem se diz prestativo veio com aquele “quer uma ajuda?”, e eu respondo “se você quiser ajudar…”. Começa a lavar a louça que eu estava lavando (na boa, tem varandas enormes para lavar, tem um quintal monstro para arrumar um jardineiro que venha fazer a manutenção – ele poderia ajudar fazendo o que não está sendo feito), mas tudo bem, tem panelas, penso eu… ele vai pelo menos lavar as panelas… mas o que?? Lavou meia dúzia de pratos e de copos e caiu fora. As panelas ficaram para a boneca aqui.

A florzinha não pode fazer força para lavar uma panela. Vá à merda!

Pagando Um

Em uma comunidade que participo no Orkut, surgiu a seguinte pergunta: como chupar / lamber / morder um pau?


Sei que esse assunto é batido e recorrente, mas surgiram boas respostas, dadas por homens, os realmente interessados, e algumas mulheres.

Resolvi resumir e acrescentar as dicas de um amigo com quem falo sempre no MSN, o Dr. Cocktop.

Aqueles que são chupados, como gostam de ser chupados? O que mais gostam nessa hora?

Eu gosto quando a língua passa bem na pontinha do pau e depois engole com a boca até o talo. Fico louco quando ele fica todo babado também, principalmente quando ela da uma cuspidinha nele.

Em minha opinião, a chupada perfeita é feita pela mulher que demonstra que realmente gosta de estar com minha pica na boca, que está sentindo prazer em me dar prazer, não é uma questão de técnica e sim de entrega.

Bom, em primeiro lugar e mais importante do que tudo: a mulher tem que fazer o que for com tesão. Se não está fazendo com tesão, está só pra agradar, a gente percebe e a graça fica diminuída.

Eu gosto quando a mulher perde o controle mesmo. Quando faça tudo ao mesmo tempo, sem muita lógica. Chupando, lambendo, batendo com o pau no rosto e na língua, tudo que tem direito.

Gosto de ser chupado com gosto, com volúpia. Sentir a fome, o desejo e o prazer de me ter todinho dentro da boca. Ser devorado, deglutido, absorvido. Servir de objeto de prazer oral. Não há nada que se compare a alguém que nos enfia todo na boca e nos sorve libidinosamente.

Aqueles(as) que chupam, como chupam?

Meu marido adora quando eu coloco o pau inteiro na boca e vou chupando, sugando fazendo uma pressão com os lábios até chegar na cabeça e depois dou aquelas lambidinhas na pontinha.

O que fazer com o saco?

Lamber, pegar (de leve). Lamber e passar os dedos no períneo é uma boa.

Seja delicada. Nada de mordidas nas bolas. Lambidas são deliciosas.

Falar ou não? O quê?

Falar sacanagem é sempre bom.

Falar? Não rola. Gemer? Sim!!!!
Mas se for pra dar um descanso nos maxilares, elogie o “menino”. Ficamos malucos com isso.

Punhetar junto, sim ou não?

Sim, claro. Na hora de masturbar o cara, o movimento não precisa ser longo (machuca quando vai muito pra baixo e passa do ponto). Pode até ser meio curto. O importante é não pegar com mão frouxa, tem que dar uma apertada legal no pau. É melhor quando fica mais concentrado na região central do pênis, mas apertar é fundamental, geralmente as mulheres seguram meio leve demais.

Para mim, tanto faz, prefiro mesmo a boca nele. Punhetar só serve como a preliminar das preliminares.

Olhar ou fechar os olhos?

Os dois.

Olhe! Para mim e para ele com devoção, e me terá pra sempre. Feche os olhos! Como quem diz “aaaaaaiiiii que tesãããããooooo”… e eu ficarei maluco.

Engolir ou não?

Tanto faz.

Engolir, pra mim, é uma homenagem e uma prova de confiança. Mas se não quiser, tudo bem também. Mas que é bom gozar dentro, é!

Beijar ou não depois?

Aí são só alguns caras que gostam, tem que tomar cuidado.

Eu beijo sem problemas. É meu, não é? Além disso, eu também vou querer te beijar depois de te chupar.

E quando o pau é grande / grosso, e isso dificulta as peripécias orais?

Segundo o Dr. Cocktop, tem alternativas maravilhosas, como:

Chupar e lamber só a cabeça; lamber o pau inteiro, desde a base, lambidas longas; masturbar enquanto dá lambidas e chupadas na cabeça; lamber o saco (com delicadeza senão dói); lamber o períneo; passar o pau na boca, no rosto, bater na língua, na bochecha.

Ainda acrescenta que tem um detalhe, algo que deixa qualquer chupada boa: quando a mulher fica meio descontrolada, lambe, chupa, bate o pau no rosto, aquele caos total, tudo ao mesmo tempo, sem ordem, descontrole geral: “é a intensidade que faz um oral ser bom”.

Então fui procurar algum vídeo que mostrasse uma boa chupada num pau grande. De todos que assisti, gostei demais deste:

http://www.redtube.com/19625

Não consigo linkar o vídeo como faço com o Youtube, mas é só ir até o endereço e deliciar-se.