Falando em Tentações…

Tentação da Copa, esse Kaká é na medida.

 

 

 

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Elegância

Estava pensando hoje pela manhã nas mulheres que são meus ídolos. E nos motivos disso. Comparei-as e vi que o fator “elegância” era ponto comum. Elegância de ser, de viver e de vestir. Então aqui estão as mulheres com quem eu “casaria”:

Feliz ou triste, com ou sem coroa, em palácios ou campos, misturada aos ricos ou aos desvalidos, de salto ou rasteira: sempre uma mulher linda e admirável, Lady Diana.

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Diana Spencer

 

Outra mulher que sempre impressionou-me pela sua elegância foi J. K. Onassis. Sempre bela, sempre bem vestida, sempre discreta. Elegante até o fim.

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Jacqueline Bouvier Kennedy Onassis

 

E por último, mas não menos importante, Audrey Hepburn. Para mim é um ícone de beleza e elegância. Em tudo, mas principalmente, na vida.

Audrey Hepburn

Audrey Hepburn

 

Não me recordo de mulheres que sejam ou tenha sido mais belas que essas três.

O Que Te Atrai?

Tanto no corpo masculino, quanto no feminino, o que te atrai? Que parte é especial e você olha com uma certa tara?

Eu não consigo especificar somente um, mas posso dizer que um abdome bem cuidado é capaz de hipnotizar-me, levar minha imaginação para longe. Tanto do homem quanto da mulher.

Mas olho o corpo como um todo. Inteiro. O conjunto tem que atrair primeiro, antes dos detalhes. Altura. Peso proporcional, formato do corpo, rosto bonito, cabelos idem. Depois vem olhos, boca, peito, bunda, mãos, pés.

Nos homens, intimamente falando, gosto do pau. Claro. Um pau bonito de ver, de pegar e gostoso de sentir é tudo de bom. Mas um pau sozinho não faz nada, não para mim. Gosto do corpo inteiro, do dono do pau, do cheiro do homem, do abraço, do beijo, de tocar e admirar todo o conjunto. Gosto do peso, da força, da voz. Enfim. Adoro homem.

Já na mulher, passado o impacto inicial do conjunto, não consigo escapar da dupla peito/bunda. Se forem muito grandes, não me atraem. Gosto de mulher mignon, mais parecida comigo. Acho lindo as cavalas também, mas não me atraem. Eu não sairia com uma potranca.

Tenho um amigo que sente muita atração pela batata da perna. Ele sempre olha e não sabe explicar o que há nas batatas, apesar que também é vidrado em seios – observa o formato – e curte tanto os maiores quanto os menores. Mas as batatas.. Ah! As batatas!!

Eu sou capaz de descartar um homem pelas mãos dele. Acho mãos muito importantes, dou valor à elas. Então se o cara for lindo, mas tiver mãos horríveis, não dá. Eu entendo um trabalhador braçal ter mãos castigadas, mas não descuidadas. Acho que se a pessoa não cuida das mãos, não cuida dos pés e também não cuida da bunda e do sexo que tem entre as pernas. Além de que não consigo imaginar uma mão mal cuidada tocando-me intimamente. Ugh!

Pra Que Te Quero?

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Quando eu era muito jovem, achava que não existia outro tipo de relacionamento amoroso entre casais que não fosse através da monogamia. Era esse o meu modelo, e cresci assim. Quando alguém pulava a cerca, eu considerava como traição e ponto final. Não havia o que pensar a respeito, o que discutir. Apenas se o traído poderia ou deveria perdoar o traidor e essa é uma decisão pessoal.

Quando na fase jovem-adulta fui corneada algumas vezes e também corneei outras. E não morria de esquentar a cabeça com isso. Era fato. Um não agüentou de um lado, o outro não agüentou de outro e então o que nos restava era o perdão ou tocar a vida prá frente. Mas quando jovens, tudo é muito grave e normalmente, tocávamos em frente, com novas possibilidades.

Daí aconteceu o que eu menos pensava e planejava na minha vida: aconteceu o meu casamento. Eu continuava tendo o mesmo pensamento monogâmico e, invariavelmente, se alguém comentasse de alguma mulher sobre a suspeita de que ela traía o marido ou vice-versa, eu pensava “poxa, por que não sai do casamento então?”. Só que, ema ema.

Aconteceram muitas coisas em minha vida nos primeiros anos de casada que culminaram em eu apaixonada por outro cara e conseqüentemente, sexo com esse indivíduo. Quase morri de culpa (assunto para outro post). E no andar da carruagem da vida, acabei tornando-me um tanto cínica em relação à ser monogâmica. É difícil explicar  minha transformação sem fazer um flasback dos últimos 15 anos da minha vida, porém, o fato é que essa história de monogamia serve, na maioria das vezes, para tornar as pessoas infelizes, incompletas, reprimidas e mentirosas. Pois, se de um lado a pessoa mantém sua monogamia, ela mente a si e ao parceiro que não sente atração por outras pessoas. Por outro lado, se ela pula a cerca para satisfazer essa atração, ela novamente mente a si que vive um relacionamento monogâmico e ainda, também e de novo, conta a mesma mentira ao seu parceiro.

Na realidade, a monogamia é uma invenção por causa do direito de herança. Ou seja, a grana meteu a mão no lugar errado, de novo e como sempre. As pessoas tornaram-se hipócritas em relação à afetividade e ao tesão. Quando alguém levanta a bola da monogamia em alguma discussão, o que mais se ouve é que esse estilo é o mais racional, que nós, seres humanos, racionais que somos, devemos ser monogâmicos pois, até os pássaros X ou Y são monogâmicos. Ou seja, somos comparados a animais e se agirmos diferente desse padrão somos reduzidos ao menor valor do que possuem esse animais tidos como monogâmicos. Oras pois, em “O Mito da Monogamia” a dupla de pesquisadores descobriu e conclui, por rastreamento genético, que mesmo os animais tidos como monogâmicos fazem a cópula extra-par – CEP. Derrubou-se assim, o mito da monogamia.

Isso não quer dizer, em absoluto, que não existam casais realmente monogâmicos. Eu apenas gostaria de sentir o quanto os pares destes casais reprimem-se em nome da instituição monogâmica. E dos outros que pulam a cerca, se eles realmente acreditam no que vivem, na monogamia. Não sou contra um ou a favor de outro. Apenas gostaria que as pessoas parassem de apontar seus dedos imundos para as pessoas que não conseguem ser monogâmicas como se essas pessoas fosse fracas ou fossem a escória do mundo, o lixo, o aborto espontâneo da sociedade.

Isso não vai acontecer. Assim como a monogamia continuará a ser o modelo de muitos casais, que farão promessas, posteriormente as quebrarão e irão sofrer por isso. Seria mais fácil de deixássemos nosso egocentrismo de lado e víssemos nosso parceiro como alguém que vive e sente mesmo com nossa ausência. O mundo não gira em torno de nós, mesmo o mundo do mais apaixonado parceiro.

Você, que tem um relacionamento monogâmico, é absolutamente fiel? Ou seja, fiel em pensamentos, palavras e atos?